26 de jul de 2011

Concurso Literário



Escreva um comentário contando uma história que faça parte da sua vida ou tenha nascido da sua imaginação.

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Ao final de cada mês, a melhor história será premiada com um brinde surpresa. Não perca tempo, participe! Estamos ansiosos pelo envio de novas histórias...

Clique aqui e confira histórias enviadas por autores que já participaram do concurso.

9 comentários:

  1. teoria da realeza e submissão

    Numa distante época, quando todos os animais governavam suas próprias vidas, houve um grande alvoroço, começaram a espalhar por todos os cantos a idéia de que se aquela situação continuasse, a vida acabaria por se tornar uma
    grande bagunça, animais entrariam em extinção, desencadeando um desastroso desiquilibrio ambiental.
    Todos os animais, com excessão do avestruz que preferiu enfiar sua cabeça em um buraco qualquer, se reuniram, estando o leão, verdadeiro mentor de toda aquela revolução intelectual, posicionado no ponto mais alto, conduzindo toda aquela discussão.

    Após explicar porque deveriam por fim em toda aquela anarquia, o leão finalmente colocou suas manguinhas de fora:

    _ Precisamos de um lider, Alguem que lute pelos interesses de todos com justiça e generosidade, e ninguém melhor que eu, ou vocês achão que essa juba é apenas um enfeite? Não! É a coroa de um predestinado. Houve um grande murmurio mas logo foi sufocado pela surpreendente teoria da juba.

    Quase todos se calaram diante daquela revelação, apenas quatro animais protestaram, pois também tinham interesse em se tornarem reis de toda aquela bicharada, foram eles: a girafa, o elefante, a cobra e o macaco.

    A girafa foi a pimeira a defender seus interesses:

    _Olhem para mim, reparem em minha elegância e graciosidade, um perfeito conjunto estético e espiritual, com todo esse ar de nobreza há de ser eu a escolhida.

    O leão respondeu:

    _ Um verdadeiro rei precisa ter pulso firme,e não enxergo em você tamanha qualidade.

    A concordância foi unanime, porém o elefante aproveitou a brecha dada pelo leão e se propos a dizer:

    _ Tamanha qualidade descrita pelo carissimo leão é o xerox de minha personalidade e intelectualidade, festejem, pois acabaram de encontrar vosso rei.

    O leão, ao perceber que estava prestes a perder o seu tão sonhado reinado gritou o mais alto que pôde:

    _ Como essa criatura pode ser vosso rei? Olhem para ele, enorme desengonçado, não tem porte de um rei, mas sim de um plebeu.

    O elefante abaixou sua cabeça e saiu de fininho, mas nunca se esquecera daquela enorme humilhação.

    Então a cobra sorrateiramente tomou a frente:

    _ Eu também me interesso pelo cargo.

    Antes que a cobra pronunciasse qualquer outra palavra, o leão que a algum tempo tinha feito do ataque sua maior arma politica ironizou o réptil:

    _ Não me faça rir! Como alguém que se rasteja diante de todos, e que carrega consigo a fama de ser traiçoeiro pode almejar tanto?

    A cobra não conseguiu se defender, apesar de ser mestre na arte de fazer politica. O macaco tomou coragem e disse:

    _ O reino precisa de humor alegria e responsabilidade.

    Ao perceber as intenções do macaco, o leão se aproximou dele e sussurrou baixinho:

    _ Se eu me consagrar rei, você terá um cargo em meu reino.

    Então o macaco terminou a frase:

    _ E ninguém melhor que o leão para nos proporcionar isso.

    Mal sabia o pobre macaco que ele viria a ser o bobo da corte.

    O leão voltou a afirmar:

    _ Essa juba não é em vão! Sou um predestinado, um escolhido pelos Deuses!

    Assim o leão se tornou rei dos animais. Tendo todos os animais a sua disposição, a realeza passava os dias descansando sabe lá de que em alguma sombra, sem se preocupar com as questões populares. Tinha o hábito de caçar, mas apenas por esporte.

    Muitos anos depois, uma águia vinda de um reino distante, dona de uma extraordinária visão, tentou alertar à todos sobre a felina tirania que estavam sendo expostos. Ao perceeber isto, o leão convidou a águia a visita-lo , com a suposta intensão de negociar , então foi oferecido um farto banquete apenas para os mais intimos. Houve bastante discussão, todos queriam saber que ave era aquela servida como prato principal. Mal sabiam que naquele exato momento muitos animais também se alimentavam não da carne, mas do espirito da águia. Tudo o que acabo de relatar eu apenas escutei,acho que é hora desse velho avestruz tirar a cabeça do buraco!.

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  2. Tia Geraldinha01 setembro, 2011

    Como sempre, linda história Ernane! obrigado por se tornar um seguidor de nosso blog. Espero que esteja satisfazendo e contribuindo com suas espectativas.

    Obrigado!

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  3. Eu é que agradeço,é sempre bom vislumbrar espaços onde a literatura seja valorizada,espero estar contribuindo com meus contos,espero também que mais pessoas deixem suas estórias,mais uma vez parabéns pelo belo trabalho.

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  4. Oi, Tia Geraldinha! Que felicidade saber da premiação! Meu endereço é Rua Liberdade, 181, Bela Vista - Teófilo Otoni (MG). CEP:39800-232. Um grande abraço! O blog está cada dia mais bonito e atraente. Parabéns! Beth.

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  5. não consegui te enviar o endereço pelo seu Email,mas vai ai:rua Epaminondas carvalho 304,nossa senhora do Carmo,coronel fabriciano mg
    cep35170000

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  6. ACO, Ipatinga09 setembro, 2011

    Envio uma história que cresci com ela em meu coração! Ouvi quando estava com meus 10 anos, desde então vem me acompanhando pelo tempo. Hoje tenho 40 anos e sou facinado pelas qualidades de patriotismo, dignidade e amor que ela me fez crescer, me tornando o ser humano que sou hoje! Como na história carrego pelo tempo as marcas brutas que me fizeram as transformar em lembranças de crescimento e bons frutos.

    MEU CAJUEIRO

    Humberto de Campos

    Aos treze anos de minha idade, e três da sua, separamo-nos, o meu cajueiro e eu. Embarco para o Maranhão e ele fica. Na hora, porém, de deixar a casa, vou levar-lhe meu adeus. Abraçando-me ao seu tronco, aperto-o de encontro ao meu peito. A resina transparente e cheirosa corre-lhe do caule ferido. Na ponta do ramo mais alto abotoam os primeiros cachos de flores miúdas e arroxeadas, como pequeninas unhas de criança com frio.
    _Adeus Meu cajueiro! Até à volta!
    Ele não diz nada, e eu me vou embora.
    Da esquina da rua, olho ainda, por cima da cerca, a sua folha mais alta, pequeninio lenço verde agitado em despedida. E estou em São Luiz, homem menino, lutando pela vida, enrijando o corpo no trabalho bruto e fortalecendo a alma no sofrimento, quando recebo uma comprida lata de folha acompanhando uma carta de minha Mãe: "Receberás com esta uma pequena lata de doce de caju, em calda. São os primeiros cajus de teu cajueiro. São deliciosos, e ele te manda lembranças."

    ACO, Ipatinga

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  7. Bianca Nielsen SIlveira Morais29 agosto, 2012

    O reino da bondade
    Existe um reino,que é cheios de casas,e existe uma castelo de diamante,onde a princesa Mariana,morava.Mas em um topo de uma montanha,havia um castelo simples mas bem bonito,onde Bela morava.
    Bela,não era uma princesa,mas era bondosa como uma.Mas Mariana não era comportada.
    -Mariana,seja como a Bela!Bela por dentro e por fora.
    -Diziam todos.Mas a menina,nunca mudava.Dizia que tinha a coroa,que era o mais importante.Nesse tempo,Bela ajudava sua mãe estender as roupas e falava:
    -Mamãe,um dia vamos ir ao castelo conhecer a Princesa Mariana?
    -Sim filha,amanhã.
    A menina,correu para sua casa e dormiu rapidamente pois o seu sonho era conhecer Mariana.No dia seguinte,Bela acordou bem cedo para descer o grande morro.Chegando ao castelo ,viu a linda princesa e disse:
    -OI MARIANA TUDO BEM?
    -Mais ou menos.Todos me falam para ser igual a você.Mas sempre fico confusa.Como ser igual a você?


    Disse a princesa sem dizer um “obrigada por perguntar” ou um “muito obrigada”.Bela viu que a menina não era como pensava e respondeu
    -A única coisa que eu tenho é a bondade que está acima de tudo.
    -Eu não preciso desse sentimento!Tenho a coroa que é o mais importante!Agora vou ir.
    -Disse a princesa indo ao seu quarto.
    Bela começou a chorar e todos perguntavam o que aconteceu.Desconfiavam que seria a Mariana,que tinha o coração de pedra.
    No dia da coroação da nova princesa a Bela ganhou e Mariana teve uma lição.E Bela nem acredita:A bondade pagou uma coroa e um castelo de diamante.
    Moral:Nada paga o bem

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  8. Tia Geraldinha30 agosto, 2012

    NOSSSAAAAAAA Bianca, que história lindaaaaa, meus parabénsssssssssssss, fico muito satisfeita em saber que ja to colhendo os frutos de meu trabalho, pois quem possui uma infância regrada a livros e historias, tem um futuro muitooooo promissorrrr,e vcê terá com certeza. Obrigado e beijosssssss

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  9. TIA GERALDINHA11 novembro, 2012

    OBRIGADO A TODOS OS AMIGUINHOS QUE PARTICIPARAM DO CONCURSO LITERÁRIO NO DECORRER DESTE ANO DE 2012. ESPEREM NOVIDADES PARA 2013! UM BEIJO!
    TIA GERALDINHA.

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