1 de out de 2011

Educação em pauta

2012, UM NOVO ANO COMEÇA!!!



(jornalocal.com.br/.../meio-ambiente/page/5/)

Bom, mas um ano inicia-se e com ele uma nova etapa de nossas vidas. Como contadora de histórias, acredito que narrar as mesmas trazem benefícios educativos, sociais e culturais ás nossas crianças e adolescentes, onde somos responsáveis pelo desenvolvimento dos sentidos, imaginação e o poder criativo das mesmas. Despertamos a curiosidade, a vontade de partilhar experiências, habilidades sociais, onde elas aprendem regras e o ato de viver em sociedade. Com as histórias que contamos a nossas crianças e adolescentes, somos responsáveis no futuro das mesmas uma identidade cultural e pela formação do caráter, garantindo seu lugar no “mundo”. Quando contamos histórias sem o recurso de DVD, só utilizando as expressões faciais e o mistério de nossas locuções, levamos o ouvinte à imaginação personalizada dos personagens da história narrada, criando seus monstros, heróis, mocinhas, bandidos, fadas, bruxas, efeitos especiais, lugares encantados, enfim um mundo imaginário particular de pessoa para pessoa, pois quando expomos a criança e adolescente em frente a TV com recursos audiovisuais, não precisamos criar nossos personagens, pois a Cinderela e a carruagem, sempre será a mesma pra todo mundo. Lembro-me que tempos atrás, quando não existia ainda a tecnologia 3D, e nem os filmes dublados de hoje, nós crianças, éramos loucas e ansiosas para aprendermos a ler, pois se não, não poderíamos freqüentar os cinemas legendados da época, pois as letras corriam tão rápido como uma centopéia, então a leitura era uma necessidade de divertimento e sobrevivência. Hoje muitas crianças respondem aos pais “eu não gosto de ler”, sabem o porquê desta resposta? Pois bem, só realizamos bem, e temos prazer, naquilo que dominamos e gostamos de fazer! E, se a criança não desenvolve o ato da imaginação e da leitura, esta prática torna-se um martírio pra mesma.

De maneira nenhuma, quero aqui desfazer dos recursos da tecnologia, pois graças a ela, temos nossas mordomias e agilidades de trabalho, mas não podemos retirar e privar nossas crianças e adolescentes de nossas responsabilidades como pais, de levarmos nossos filhos ao aconchego, carinho e aquele colo quentinho, juntamente com abraços e beijinhos, regrados daquelas horas gostosas, onde antigamente nossos pais e avós, contavam belíssimas histórias ao nosso pé do ouvido. Como educadora, tento fazer minha parte, pois vejo muitos lares, se desfazendo com pais atarefados, sem tempo para os filhos, onde o alcoolismo, prostituição, drogas ilícitas, deixam nossas crianças a mercês de um mundo desprotegido. Como cobrar nas escolas o despertar da imaginação e o hábito da leitura de nossos alunos, sendo que cada vez mais a mídia injeta um turbilhão de lixo ecologicamente correto, nas mentes de nossas crianças?

Bom, fica aqui meu apelo aos pais, que contem histórias a seus filhos e resgatem, nem que seja por pouco tempo o hábito do companheirismo, doçura e agradáveis momentos juntos.
Tenham todos um ótimo 2012!
Tia Geraldinha

;-);-);-);-)

Não basta ter talento, tem que ter imaginação!!!



Recebi um lindo e-mail esta semana “Não basta ter talento, tem de ter imaginação”, então decidi escrever sobre a alimentação, fator muito importante no crescimento e desenvolvimento infantil. Os alimentos são essenciais à manutenção de nossas vidas, principalmente da criança e do adolescente, pois são responsáveis pelo fornecimento da energia necessária a todas nossas atividades diárias. A energia proveniente de nossa alimentação possibilita o crescimento, a renovação de nossos tecidos e a regulação do funcionamento de nossos órgãos.



Cada pessoa tem uma quantidade ideal de energia para consumir num dia. Essa quantidade varia de acordo com o tipo de atividade física, o sexo e a idade. Quando uma pessoa ingere mais caloria do que gasta em suas atividades diárias, ela engorda, normalmente, os alimentos ingeridos em excesso, como doces, pães e massas em geral, produzem glicose ao serem metabolizados no organismo. Se o organismo não consegue consumir toda esta glicose, ela transforma o excesso em gordura, a pessoa passa a engordar. Uma boa alimentação requer uma combinação de uma série de nutrientes para que o organismo possa desempenhar bem as diferentes funções. Esses nutrientes são: proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e sais minerais, além de muita água, pois a mesma não deve ser ingerida só quando estamos com sede, mais para o bom funcionamento de seu rim, fígado e pulmão. As proteínas e os sais minerais são responsáveis pela construção e renovação dos tecidos, como pele, músculo e nervos.



Os carboidratos e as gorduras fornecem energia para as atividades diárias. As vitaminas são responsáveis pela regulagem do funcionamento de diferentes órgãos do corpo humano. A água é uma substância também de grande importância para nós seres vivos, pois possui a capacidade de dissolver outras substâncias, formando soluções que serão transportadas pelo organismo. Após serem ingeridos, os alimentos são desdobrados em substâncias mais simples, pelo processo de digestão, e levados para células, através da circulação sanguínea, onde serão metabolizados.



Agora que discutimos a importância e o processo dos alimentos em nosso organismo, o papel dos pais é muito importante para que as crianças e os jovens se interessem por uma alimentação saudável, aqui vão algumas dicas que recebi por imail, é só deixar fluir sua imaginação e substituir alguns alimentos pelos da época e de sua preferência, desde que os pratos servidos a seu filho sejam coloridos, pois assim estará oferecendo a ele os meios necessários para um bom desenvolvimento, contendo todos os tipos de vitaminas. Aproveitem as dicas e se divirtam!!!



;-);-);-);-);-)

Mães, cuidado com medicamentos em casa!



Hoje é muito comum o número de crianças hospitalizadas, por motivo de intoxicação por acidentes com medicamentos ocorridos dentro de casa. Fica aqui algumas dicas de como evitar este fato que às vezes pode ser fatal ou deixar seqüelas irreversíveis a seu filho.

•Observe sempre a dosagem prescrita pelo pediatra, observando horários, modo de uso e aplicações.

•Deixe os medicamentos em locais que só você tenha acesso.

•Nunca confie na criança a responsabilidade de uso dos mesmos, sempre esteja perto para eventual instrução.

•Leia as possíveis reações adversas que pode ocorrer com o uso do medicamento prescrito, pois assim poderá evitar desgaste desnecessário ao procurar o pediatra.

•Não use antibiótico que não seja prescrito pelo médico.

•Tenha sempre um termômetro em casa, só administre antitérmico ao seu filho se realmente estiver com a temperatura elevada, banho morno (sem utilização de álcool na água) pode auxiliar na queda da temperatura e evitar complicações como convulsões, se a temperatura estiver muito alta. Sempre nestes casos procure auxílio médico ou hospitalar.

A Resposta da criança à Hospitalização

As crianças tendem a responder à hospitalização com um distúrbio emocional. Um estudo revelou como as crianças reagem negativamente ao estresse da hospitalização com a ansiedade da separação, perda do controle e medos irreais. Essas respostas geralmente manifestam-se através de comportamentos agressivos, como choro, gritos, retraimento, chute, mordida, tapas, resistência física aos procedimentos, oi ignora as solicitações. Os hospitais passaram a preocupar-se mais com a família, mas as doenças agudas e a hospitalização permanecem uma ameaça ao desenvolvimento da criança e à união familiar.

Ansiedade de separação
As crianças hospitalizadas com idade entre 6 meses e 4 nos correm maior risco de apresentar ansiedade de separação (Bonn, 1994). As crianças mais velhas continuam correndo risco, mas o aumento das habilidades cognitivas e do conceito de tempo ajuda-as no enfrentamento. O clássico estudo de Robertson (1958) descreveu as fases através das quais as crianças de menor idade passam quando separadas dos pais:

Protesto. A criança procura pelo pai/mãe perdido, protesta raivosamente, chora freqüentemente e rejeita a equipe hospitalar. Quando o pai/mãe retorna, a criança vai rapidamente para ele ou ela.

Desespero. A criança fica mais triste e apática, lamentando o pai/mãe perdido, chora menos e investiga menos o ambiente. Quando o pai/mãe retorna, a criança pode não correr rapidamente para ele ou ela ou pode ficar só no colo dele/dela.
Negação ou separação. A criança fica mais animada, interessada no ambiente e nas novas pessoas, parece não perceber o (a) pai/mãe perdido (a), fica amistosa com a equipe e desenvolve relacionamentos superficiais.

As crianças que evoluem para a negação sofrem por longo tempo com um relacionamento e confiança comprometidos com os pais, gerando problemas no estabelecimento de futuros relacionamentos, déficits de atenção, comportamento autocentrado, e funcionamento intelectual diminuído. Dessa forma, a enfermeira pediatra precisa desenvolver intervenções que reduzam a ansiedade de separação. (Vicky A. Bowden Cindy Smith Greenberg, Procedimentos de Enfermagem Pediátrica).

A ansiedade de separação não é única para as crianças pequenas. As crianças em idade pré-escolar têm sintomas de febre ou inquietação, hiperatividade e irritabilidade; além de sintomas mais somáticos (como vômito, aumento da freqüência urinária, diarréia e tonteira). As crianças em idade escolar manifestam ansiedade, porém com menos reações de pânico do que as crianças menores. As crianças dessa idade possuem o conceito de tempo e entendem que os pais precisam sair e que voltarão. A ansiedade delas está relacionada ao medo do desconhecido ou inexplicado, e seus mecanismos de enfrentamento são negados e racionalizados. Os adolescentes sofrem de ansiedade de separação quando afastados dos colegas em vez dos pais, mas ainda é crucial a confiança do compromisso com os pais para com eles (Armsden & Lewis, 1993). Os esforços do adolescente para manter contato com os colegas podem alterar a rotina do hospital. Por exemplo, o adolescente pode deixar o hospital sem permissão, sair da unidade fora do horário de visita para encontrar com os amigos na área de espera, usar demais o telefone (excluindo-se de particular do esquema do hospital), ou recusar os tratamentos hospitalares vistos como deformadores ou desagradáveis para os colegas.(Vicky A. Bowden Cindy Smith Greenberg, Procedimentos de Enfermagem Pediátrica).

Perda de controle
As crianças hospitalizadas geralmente experimentam perda de controle. Diferentemente da ansiedade de separação, que diminui com o aumento da idade da criança, os problemas de controle persistem porque a criança é retirada de seu ambiente normal. Minimizar a ansiedade de separação e a perda de controle é crucial para a promoção de um enfrentamento eficaz para a criança hospitalizada.

Medos
Quando as crianças são hospitalizadas é importante que se tenha em mente os medos em geral, de acordo com a idade do desenvolvimento:

•Os lactentes menores têm medo de barulhos altos, movimentos súbitos, e perda de apoio físico e emocional.

•Os lactentes maiores têm medo da separação, de estranhos e de altura.

•A criança que já andam têm medo do escuro, de ficarem sozinhas, de algumas maquina e de tubos de drenagem.

•As crianças pré-escolares têm medo da mutilação, do desconhecido, do sobrenatural e da separação.

•As crianças de idade escolar têm medo de machucar o corpo, da morte, de situações inseguras, da perda de controle, da morte de um dos pais, e preocupações relacionadas à escola.

•Os adolescentes têm medo da perda do relacionamento com os amigos, desfiguração do corpo, perda das capacidades físicas e morte na família.

Os medos mais específicos sentidos pela criança que estão doentes ou hospitalizadas são de procedimentos invasivos, deformidade do corpo ou mutilação. Agulhas e injeções são geralmente citadas como maiores provocadoras de medo nas crianças. Quando perguntadas sobre quais coisas elas têm mais medo, as crianças em idade escolar hospitalizadas graduam altamente a separação da família, levar injeções e picadas nos dedos, ter de ficar no hospital muito tempo, e ouvir que têm coisa errada com elas. As crianças com altos traços de ansiedade e aquelas vindas de famílias com baixo rendimento econômico informam sentir muito medo.

Os medos da criança devem ser considerados durante todas as intervenções. Muitos de seus medos acontecem no hospital: separação, perda de controle, mutilação do corpo e eventos dolorosos. A enfermeira precisa fornecer explicações apropriadas ao desenvolvimento para contornar medos irreais e intervir para minimizar o trauma causado por medos reais (p.ex., encorajar a presença dos pais durante os procedimentos e orientar aos pais que não devem, como meio de educar, ficar associando a presença do enfermeiro(a) como castigo para realização de tarefas em casa ou escola, ou o ato de aplicações de injeções para provocar medo nas crianças).

por Adeilson Camilo
;-);-);-);-)

Educação requer conhecimeto de seus direitos.

DIREITOS DA GESTANTE E DA PUÉRPERA



Direito Social: Atendimento prioritário em caixas especiais, nas filas de bancos, supermercados, acesso à porta de frente de lotação e assento profissional.

Direitos Trabalhistas: Os direitos trabalhistas das gestantes regulamentam sua relação com o patrão ou com a empresa na qual está empregada, garantindo proteção do emprego. Enquanto estiver grávida, é assegurado à mulher estabilidade no emprego, o que significa que não poderá ser dispensada do trabalho (artigo 391 da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo decreto – Lei nº. 545/2, de 1º de maio de 1942).

A gestante tem o direito de ser dispensada do horário de trabalho para a realização de, no mínimo, seis consultas médicas e demais exames complementares. Também tem o direito de mudar de função ou setor no trabalho e ser recolocada na mesma função ao término da licença (Lei nº. 9.799 de 26 de maio de 1999, incluída na CLT – Consolidação das Leis do Trabalho).

Direito a licença em situação de risco clínico para trabalhadora grávida ou para o/a nascituro/a pelo período de tempo que, por prescrição médica, for considerado necessário para prevenir o risco, sem prejuízo da licença parental inicial.



Direito Assistencial: A gestante tem o direito de conhecer antecipadamente o hospital onde será realizado seu parto (Lei nº. 11.634 de 27 de Dezembro – 2007).

No momento do trabalho de parto (parto e pós-parto) a gestante tem direito a um acompanhante, mãe, irmã, amiga ou outra pessoa (Portaria nº. 2.418, de 2 de Dezembro de 2005).

Direito Educacional: O decreto – Lei nº. 1.044, d 21 de Outubro 1969, instituiu o chamado “regime de exceção”, destinado àqueles alunos merecedores de tratamento excepcional, atribuindo a estes estudantes, como compensação da ausência às aulas, exercícios domiciliares com acompanhamento da respectiva escola. Por sua vez, a Lei nº. 6.202/75 estendeu este regime às estudantes em fase de gestação, estabelecendo:

•A partir do oitavo mês de gestação e durante três meses a estudante em estado de gravidez ficará assistida pelo regime de exercícios domiciliares instituído pelo decreto – Lei nº. 1.044, 21 de Outubro de 1969.

PERÍODO PÓS-PARTO
(até os 6 meses)

Diretito Familiar: O companheiro tem direito a licença-paternidade de cinco dias, logo após o nascimento do bebê (Artigo 7º da Constituição Federal).

CUIDADOS COM O RECÉM NASCIDO



A gestante tem o direito a licença-maternidade de 120 dias (a 180 dias), com o pagamento integral do salário e benefícios legais a partir do oitavo mês de gestação (Lei nº. 10.421 de 15 de Abril de 2002. Art. 392 da CLT).

A duração da licença-maternidade foi ampliada por 60 dias, desde que a empresa onde a gestante trabalhe faça parte do Programa Empresa Cidadã (Lei 11.770 de 9 de setembro de 2008).

A Lei nº. 10.421, de 15 de Abril de 2002, acrescentou à CLT o art. 392-A, estendendo o benefício da licença-maternidade às mães adotivas e àquelas que obtiverem guarda judicial para fins de adoção.

ALEITAMENTO



A mulher tem o direito de ser dispensada do trabalho duas vezes ao dia, por pelo menos 30 minutos, para amamentar, até o bebê completar seis meses (Artigo. 396 da CLT).

É admissível que os intervalos sejam unidos, para que a mulher que esteja amamentando possa chegar uma hora mais tarde ou sair uma hora mais cedo (Artigo. 396 da CLT)

No caso de nascimentos múltiplos, a dispensa é acrescida de mais 30 minutos por cada gêmeo/a além do/a primeiro/a.

por Adeilson Camilo
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Cenibra promove Caravana das Letras



Muito louvável o projeto “Caravana das Letras” que está sendo realizado pela CENIBRA, envolvendo os municípios de Periquito, Belo Oriente, Gonzaga, Santo Antônio do Itambé, Rio Vermelho e Peçanha. O projeto está oferecendo oficinas artísticas e leitura para profissionais, estudantes, professores da educação infantil e fundamental. As ações oferecidas e realizadas pelo grupo Quatro Crescente está propondo a estruturação de ações pedagógicas que tem como finalidade despertar o desejo de ler e escrever nos estudantes. Neste projeto, a literatura é trabalhada de forma integrada com as outras ferramentas de disseminação de experiência cultural, envolvendo teatro, cinema, cantiga de roda e a arte de contar histórias. Estas ações servem como meio de incentivo e exemplo a outras empresas que acreditam que a diminuição da criminalidade e construção de um País melhor está nas mãos de nossas crianças e jovens quando estes são capacitados através da educação.

Matéria retirada do jornal Vale do Aço – 27/09/2011

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“Escola Integrada Melhora Ensino”

Alunos da rede municipal em tempo integral conseguiram notas mais altas, com progresso maior em Matemática.



Um levantamento foi feito pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional de Minas Gerais (Cedeplar / UFMG) em parceria com a Fundação Itaú Social. Avaliaram o desempenho dos alunos em escolas de Belo Horizonte que aderiram ao programa escola integral, onde no primeiro momento parecia um problema para os alunos e trabalho dobrado para os professores, demonstrou uma melhora na qualidade de aprendizagem, principalmente em matemática. Nas escolas de jornada ampliada aumentaram o tempo e acesso dos alunos à leitura, do uso do computador, e a freqüência nas atividades culturais, além de terem melhorado na realização da lição de casa. Mais que aumentar a carga horária nas escolas, o programa transforma diferentes espaços da instituição em centros educativos.

Penso eu que talvez, esta seja uma das soluções que deveriam ser tomadas como meio de retirar nossas crianças das ruas e do convívio com pessoas de más índoles. As escolas deveriam ser equipadas e professores submetidos a cursos de capacitações, tendo opções de vários tipos de programas culturais como: teatro, interpretação, dança, música, cursos de pintura, desenhos, culinária, hortas comunitárias com ensino do manejo da terra, onde os jovens seriam estimulados na escolha de sua futura profissão, tendo a oportunidade de experimentar várias formas de contatos, expressões, meios estes que podem estimular o lado criativo, dando aos estudantes a oportunidades de seguirem seu próprio futuro.

Matéria retirada do jornal Hoje em Dia - 27 /09 / 2011

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